Criando um personagem em torno de um conceito

Conceitos de personagens podem vir de uma grande variedade de fontes. Algumas vezes nós pegamos uma experimentada, testada e ajustada. Em outras ocasiões nós tomamos uma via secundária e tentamos novas opções de construção. É claro que abrir o Character Builder e observar uma combinação otimizada de classe, raça e talentos pode ser bem divertido e satisfatório.

Para muitos conceitos de personagens, nós buscamos inspirações em várias fontes. Seja essa inspiração proveniente de uma obra de ficção, de personalidades peculiares ou um mestre de armas, este simples conceito pode levar a criação de um personagem profundo e complexo.

Romance


Romances, filmes e televisão são fontes inestimáveis de pesquisa por conceitos de personagens. Use o que você encontrar e traga-o a vida na forma de um novo personagem de D&D. A beleza destas mídias é que você não precisa ficar confinado as fontes tradicionais de fantasia. Enquanto as fontes de fantasia são obviamente numerosas e requerem menos trabalho, não há razão para que um personagem futurista ou moderno não possa inspirar um herói de D&D. Da mesma forma que usamos o seriado Lost para criar personagens nos termos de D&D, repense-os como raças e classes em Perdidos em Eberron [ing]. Um de meus personagens anteriores era baseado em Indiana Jones. Ele era um bardo que ensinava numa universidade durante os intervalos das aventuras. Nós sempre podemos pegar emprestado um arquétipo e usá-lo como conceito de classe como discutimos anteriormente em Jogando com um arquétipo reconhecível [ing].

Personalidades Peculiares


Freqüentemente a inspiração para criação de nossos personanagens vem de uma única característica de personalidade, peculiaridade ou característica de distinção. Um personagem com uma coxeadura pronunciada ou um membro que não funciona adequadamente. Talvez o personagem possua um problema na pronuncia do “s” ou uma incapacidade física. Desta peculiaridade surge uma descrição pomposa do personagem. Talvez ombros curvados, ferimentos de uma antiga guerra ou cicatrizes de um experimento arcano que deu errado.

Armas


Talvez seja o desejo de ser como Drizzt, mas mais de um personagem que eu desenvolvi era inspirado pela escolha de armas. Do uso de duas adagas, machados e espadas curtas, eu usei quase todas as combinações que eu pensei – exceto cimitarras. Outras vezes eu queria um Guerreiro que pudesse usar um machado como Druss a Lenda [ing] usava. Talvez não seja sobre armas na verdade, mas sobre perfeição física que você se inspire em Bruce Lee ou Jet Li para criar seu personagem.

Quando procurar por armas como fonte de inspiração, você pode ter dois pontos, o primeiro é o fator de indiferença quando você não está preocupado com a quantidade de dano causado, mas queira um conceito que seja interessante [ing]. Talvez uma corrente com cravos, chicote ou um personagem que arremesse adagas. O segundo conceito é a quantidade de dano causado, quando você procura pela maior e mais devastadora arma [ing] que possa encontrar. Com isso em mente é fácil determinar qual tipo de arma você está procurando e então selecionar os talentos de proficiência adequados.

Existem muitas formas de desenvolver um conceito para o seu personagem. Eu apenas falei sobre três formas de começar a desenvolvê-lo. Existem muitas outras opções disponíveis. Como você desenvolve o conceito do personagem com que vai jogar?

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Texto original: Creating a character around a concept
Postado em: 17 de agosto de 2010
Autor: Wimwick
Site: Dungeon’s Master

5 Responsesto “Criando um personagem em torno de um conceito”

  1. [...] This post was mentioned on Twitter by Franciolli, Franciolli. Franciolli said: Criando um personagem em torno de um conceito | http://tinyurl.com/39mjoh8 [...]

  2. kalderash disse:

    Olá Franciolli, como eu sou mestre é ao mesmo tempo muito raro eu criar um personagem para min e acabo criando inumeros para meus jogadores (para a campanha). Os pdm tento criar seus conceito se encanixando no contexto, raça e profissão antes de dar vida e personalidade, e isto antes de dar-lhe uma ficha. Nas últimas semana criei um mapa de interações e diversos pdms para avivar a trama de minha cronica (44 ao todo para a cidade de Silverymoon) utilizando uns poucos já existentes, baseados na próxima trama que os jogadores vão seguir.

    Como jogador eu busco realmente inspiração na literatura, adoro jogar com personagens malignos ou extremamente bondosos, no entanto adoro raças “toscas” como goblin, gnomo, meio-orc e meio-gigante. Então tentando equilibrar esses gostos geralmente acabo escolhendo arquétipos tipicos das raças e classes e depois adcionando a personalidade (tendencia, sotaques, gestos e maneirismo).

    Pe. Sebastian, 26 anos Clérigo. Esquecia o nome de todo mundo (do verbo, falava errado mesmo e sempre eram nomes estranho e engraçados) e adorava andar pela cidade só com a parte de baixo da armadura (exibindo o fisico) para convidar as moças para ir a missa.

    Anenag Arruneca o sádico goblin assassino, manipulador e louco pelo poder. Não poderia confiar em ninguém então manipulava as pessoas unas contra as outras todo tempo … ai um abolet mago matou ele … fim de carreira!

    Pe. Magal da Praia (CLE/LAD) o poderoso padre cantor de musica Brega trabalhava para a Igreja catequisando mundo afora (na verdade as musicas dele eram tão ruins que o pessoal mandava ele peregrinar toda vida que retornava).

    É deu para notar que eu adorava clérigos e ladinos no 3.5E, hoje sou mais barbaro, vingador, druída, guerreiro … sei não nunca joguei com nehum uahauhauahan Abração negada!

  3. Franciolli Araújo disse:

    O que posso dizer? Seus personagens, sem dúvida alguma, sempre foram muito peculiares.

  4. Vitor Pontes disse:

    artigo sensacional, irei começar a seguir o seu blog!

    http://newharlley.wordpress.com/

  5. Faço minhas as palavras do Franciolli. O melhor destes é o Padre Magal da Praia…

    @kalderash Cadê o Tommy Damito?

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