Tirando o máximo dos rituais

Texto original: Getting the most out of rituals
Postado em:06 de janeiro de 2010
Autor: Wimwick
Site: Dungeonsmaster.com


Os Rituais são um aspecto da quarta edição no qual eu tenho investido a menor parcela de tempo. Isso se deve principalmente ao fato de eu ter jogado apenas com personagens que não recebem o talento Conjurar Rituais. Isso é também porque eu não achei o sistema de rituais amigável. Agora eu pude esclarecer que o sistema de rituais não é difícil de ser entendido, de fato ele é muito fácil. O que não é amigável sobre os rituais é que eles parecem ter sido alinhavados no jogo; eles realmente não parecem ter o seu próprio lugar.


É muito fácil ver onde os Rituais se originarem a partir das edições antigas. Os Rituais são as magias utilitárias que nunca tinham lugar nos combates. Os rituais são, no entanto, uma grande forma de adicionar sabor a qualquer jogo de D&D. Enquanto a equipe de mestres muda para uma nova campanha e eu para um personagem que conhece mais de 20 rituais, eu dei um foco renovado aos rituais através de minhas lentes de D&D. Meu objetivo é encontrar uma forma para integrar os rituais mais completamente em meu jogo e isso pode requerer algum refino das regras como apresentadas. Felizmente Ameron (@ameron) é o mestre e se existe algo que nós aprendemos enquanto escrevemos este blog é ser flexível com respeito a novas idéias e ao espírito da 4ª edição para “dizer sim”.


Os Rituais sempre pareceram a terceira pessoa em um encontro. Os combates e os desafios de perícias estão tendo um grande momento e os rituais decidem que tem uma duvida ou talvez eles estejam sofrendo falta de atenção e então eles fazem uma pergunta complicada. Eu achei interessante que em uma entrevista recente no Dungeonmastering, James Wyatt revelou que os rituais são um aspecto da 4ª edição que ele gostaria de muda. Se vocês não leram a entrevista, eu a recomendo (Parte 1 | Parte 2). É sempre legal estar por dentro dos pensamentos de um projetista de jogos.


Com o reconhecimento que os rituais são realmente uma terceira pessoa que pode ocasionalmente ser utilizada em desafios de perícias, eu queria encontrar uma maneira de fazer os rituais partes do jogo mais fáceis e mais naturais.




Elimine o Tempo de Conjuração


Um dos aspectos que restringem os rituais é o tempo de conjuração. O menor tempo para a maioria dos rituais é 10 minutos. O que instantaneamente elimina os rituais como uma opção de combate, o que provavelmente foi uma escolha deliberada dos projetistas. No entanto, se eu quiser conjurar um ritual durante um combate, isso não poderia ser escolha minha? Isso não quer dizer que uma parcela de tempo não deva ser atribuída aos rituais, mas 10 minutos é muito tempo. Qualquer tipo de ações (padrão, movimento ou menor) poderiam ser aceitáveis dependendo da natureza do ritual sendo conjurado.


Por exemplo, se um personagem se achar combatendo em um ambiente formal e ele não queira que o sangue manche as suas roupas, porque ele não poderia conjurar Fastidiousness como uma ação menor em seu primeiro turno? Porque ele precisa demorar 10 minutos. A ação em si não tem nenhuma relação com o combate, é mais para uma peculiaridade de interpretação, mas pode ser uma opção. Além disso, terminar o combate sem estar coberto em sangue poderia conceder um bônus de +2 em testes de Diplomacia realizados posteriormente quando os personagens tentassem garantir um resultado favorável.


Em outro exemplo, os personagens poderiam cruzar um portal mágico aberto e permitir que demônios entrem em seu mundo. Um ritual de selar portais poderia fechar o portal, mas isso leva 10 minutos para ser conjurado. Não é uma opção durante um combate, mas poderia ser.


Removendo o tempo de conjuração como listado, o mestre é levado a fazer uma classificação em relação ao que é razoável em relação ao limite de tempo. Alguns rituais realmente não fazem sentido serem usados em combate, então eles realmente precisam de um tempo de conjuração?




Estenda os Limites


Enquanto os rituais são apresentados, todos tem explicações suficientemente sólidas sobre o que é possível fazer quando o ritual é conjurado, eles também representam as poderosas energias arcanas agindo simultaneamente. Com isso em mente eu acho que faz sentido ser um pouco mais liberal na leitura do que o ritual pode fazer exatamente.


Trailblaze é um ritual que pode facilmente ter a sua utilização expandida. Como o ritual é apresentado, ele reduz o tempo de viagem negando terreno natural. Uma forma de expandir a idéia é permitir que ela possa ser usada em combate. Conjurar o ritual poderia ser uma ação de movimento ou ação padrão criando uma explosão contígua 1 que termina no final do próximo turno do personagem, gastando uma ação menor para sustentar. No efeito, terreno difícil é negado. Bloom é outro ritual que poderia ser usado para criar um efeito contrário.


Estes são apenas duas formas que estou pensando para tornar os rituais um pouco mais criativo nas próximas semanas. Quais formas você encontrou para tornar os rituais partes mais integrantes do seu jogo? Ou você está do outro lado do debate sobre rituais? Você acha que os rituais são desnecessários e deveriam ser removidos?

2 Responsesto “Tirando o máximo dos rituais”

  1. [...] This post was mentioned on Twitter by rpgblogs, Franciolli. Franciolli said: Tirando o máximo dos rituais | http://trampolimrpg.com.br/?p=2716 | Escrito por @wimwick do dungeonsmaster.com > Comentem! [...]

  2. Franciolli disse:

    Uma opção que eu cogitei enquanto traduzia este artigo era de usar Pulsos de Cura para acelerar os rituais, sendo necessários mais pulsos de cura de acordo com o aumento de tempo numa taxa de 1 Pulso para cada 10 minutos.

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